Veja o que saiu na imprensa:
Caxias do Sul sediará a primeira convenção sobre cremação do estado, a partir de sexta-feira.
Promovida pelo Grupo L. Formolo deverá reunir 200 funerárias.
Caxias do Sul será sede da primeira convenção sobre cremação do Estado. O encontro é uma promoção do Grupo L.Formolo e vai ocorrer no Hotel Samuara entre os dias 14 e 16 de novembro. O tema do evento será Novos Caminhos – Cremação, a tendência de uma nova cultura. Para falar sobre o desenvolvimento da cremação na Europa, estará na cidade o italiano Saro Mauro, presidente do Instituto Della Cremazione. No cenário nacional, o Rio Grande do Sul é o terceiro estado com o maior número de crematórios do Brasil.
Caxias do Sul será sede da primeira convenção sobre cremação do Estado. O encontro, promovido pelo Grupo L.Formolo, deverá reunir mais de 200 funerárias neste final de semana, de 14 e 16 de novembro, no Hotel Samuara.
Com o tema NOVOS CAMINHOS Cremação, a tendência de uma nova cultura, o encontro contará com a participação de palestrantes internacionais. Pela primeira vez no Brasil, o italiano Saro Mauro, presidente do Instituto Della Cremazione, falará aos convidados sobre o desenvolvimento da cremação na Europa.
No cenário nacional, o Rio Grande do Sul é o terceiro estado com o maior número de crematórios do Brasil, sendo quatro no total. A procura pela cremação aumentou muito nos últimos anos, mas ainda pouco em relação ao potencial. Precisamos trabalhar fortemente na conscientização das famílias e na gestão estratégicas das funerárias, afirma o diretor executivo do Grupo L.Formolo, Valduino Formolo.
O Grupo L.Formolo de Caxias do Sul atua há 37 anos no ramo funerário. Desde 2006, opera com o Memorial Crematório São José primeiro do Brasil dentro da legislação estabelecida pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente. Atualmente, a sua estrutura conta ainda com seis funerárias em Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Farroupilha e São Marcos
A partir de amanhã até o domingo o Grupo L.Formolo promove em Caxias a primeira convenção do Rio Grande do Sul a respeito de cremação. O encontro deve reunir representantes de 200 funerárias gaúchas, no Hotel Samuara. Com o tema Novos Caminhos – Cremação, a tendência de uma nova cultura, a convenção contará com a participação de palestrantes internacionais. Entre eles, o italiano Saro Mauro, presidente do Instituto Della Cremazione, que falará sobre o desenvolvimento da cremação na Europa.
Será em Caxias do Sul a primeira convenção sobre cremação do Estado. O Rio Grande do Sul é o terceiro estado com maior número de crematórios do Brasil: quatro. A expectativa é de que mais de 200 funerárias participem do encontro que reunirá palestrantes internacionais sobre o assunto. Organizado pelo Grupo L.Formolo, de Caxias do Sul, maior estrutura funerária particular do Brasil, a convenção ocorrerá neste final de semana, no Hotel Samuara.
Caxias do Sul será sede da primeira convenção sobre cremação do Estado. O encontro, promovido pelo Grupo L.Formolo, deverá reunir mais de 200 funerárias neste final de semana, de 14 e 16 de novembro, no Hotel Samuara. Com o tema NOVOS CAMINHOS - Cremação, a tendência de uma nova cultura, o encontro contará com a participação de palestrantes internacionais. Pela primeira vez no Brasil, o italiano Saro Mauro, presidente do Instituto Della Cremazione, falará aos convidados sobre o desenvolvimento da cremação na Europa. No cenário nacional, o Rio Grande do Sul é o terceiro estado com o maior número de crematórios do Brasil, sendo quatro no total. “A procura pela cremação aumentou muito nos últimos anos, mas ainda pouco em relação ao potencial. Precisamos trabalhar fortemente na conscientização das famílias e na gestão estratégicas das funerárias”, afirma o diretor executivo do Grupo L. Formolo, Valduino Formolo. O Grupo L.Formolo de Caxias do Sul atua há 37 anos no ramo funerário. Desde 2006, opera com o Memorial Crematório São José primeiro do Brasil dentro da legislação estabelecida pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente. Atualmente, a sua estrutura conta ainda com seis funerárias em Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Farroupilha e São Marcos.
Neste final de semana, Caxias do Sul vai receber representantes de 200 empresas funerárias, de todo Estado. É o 1º Encontro Estadual sobre Cremação, que começa hoje e vai até domingo. A promoção é do grupo L. Formolo e tem como tema Cremação, a tendência de uma nova cultura.
– Queremos promover o desenvolvimento dos profissionais do setor e também firmar parcerias – explica o assessor de direção do grupo, Mateus Formolo.
Serão palestras e mesas redondas sobre assuntos relacionados à cremação. Entre eles, a nova consciência das organizações cemiteriais, os aspectos ambientais da cremação versus sepultamento, as questões legais da cremação e como sensibilizar as empresas funerárias para a venda da cremação para as famílias.
O encontro terá atividades nos hotéis Samuara e Intercity.
Pela primeira vez no Rio Grande do Sul, um grupo de cerca de 250 empresários e agentes do setor de serviços fúnebres se reuniu para discutir tema ainda considerado tabu na sociedade.
Durante todo o sábado, no Samuara Hotel, em Caxias, a 1ª Convenção sobre Cremação Novos Caminhos debateu um viés relacionado à necessidade de modificar a cultura de reverenciar os mortos e de integrar os vários segmentos do setor.
Uma das conclusões dos painelistas refere a necessidade de ampliar o nível de informações a respeito da cremação e identifica tendência de crescimento no volume de negócios na ordem de 50% por ano na próxima década.
De todas as mortes ocorridas no país, apenas 3% incluem o procedimento. No Japão, o setor de cremação responde por 98% dos casos, enquanto nos Estados Unidos 33%.
— Na Itália, há dez anos, apenas 3% das famílias optavam pela cremação. Hoje, há regiões que o índice chega a 70% — diz o presidente do Projeto Instituto da Cremação (Icrem), o italiano Saro Mauro, que veio ao Brasil pela primeira vez.
Cremar os mortos é uma tendência em todo o mundo. Na Serra, não é diferente. Estima-se que as cremações crescerão em média 50% ao ano na próxima década.
Para discutir o negócio, donos de 250 funerárias se reuniram no final de semana no Hotel Samuara, em Caxias do Sul.
Na edição de amanhã, você lê uma reportagem especial sobre o tema.
Caxias do Sul – O culto à memória dos que já morreram está mudando. No lugar das flores depositadas sobre túmulos, da visita freqüente a cemitérios e dos féretros suntuosos, a sociedade incorpora um comportamento mais subjetivo.
A escolha pela cremação ainda é incipiente no Brasil, mas deve crescer à média de 50% a cada ano na próxima década. Ao menos é o que projeta o setor de serviços fúnebres privados. A 1ª Convenção Novos Caminhos reuniu cerca de 250 empresários do setor, no Samuara Hotel, no fim de semana, para debater, de forma inédita no Rio Grande do Sul, os rumos do memorialismo e do negócio da cremação.
O número de pessoas que optam pela cremação cresce no mundo inteiro. Mesmo populações de países sem tradição em transformar cadáveres em cinzas começam a enxergar as vantagens. Pesam a favor da cremação o custo menor, uma cerimônia mais simples, questões que envolvem o meio ambiente e os espaços cada vez mais escassos e caros nos cemitérios privados e públicos. Na Itália, há 10 anos apenas 3% da população optava pela cremação. No ano passado, este índice subiu para 70% em algumas regiões. Isso que as barreiras religiosas no país que abriga o Vaticano têm fundações tão ou mais firmes do que em outros como o Japão, que apresenta índice de 98%.
– No sul da Itália, por questão de mentalidade, há cidades que fazem 2% a 3% de cremações por número de falecimentos. Em outras regiões, como na parte mais norte, há índices que superam os 70%. As pessoas deixam registrado em testamento ou avisam os familiares sobre seu desejo de cremação. Em toda a Europa é assim. Desenvolve-se uma nova cultura da morte – diz o presidente do Projeto Icrem (Instituto de Cremação), o italiano Saro Mauro, que veio ao Brasil pela primeira vez.
Em Caxias, a tendência se confirma, mas o diretor executivo da L. Formolo, Valduino Formolo, admite que há resistências e barreiras religiosas. Os caxienses ainda preferem cultuar os mortos nos cemitérios e levar flores em dias de Finados. Mesmo assim, o volume de negócios surpreende. Desde que a L. Formolo, organizadora e patrocinadora da convenção, inaugurou o Memorial São José, em São Virgílio da 6ª Légua, há dois anos, o crescimento multiplica-se. São 45 cremações por mês, sendo 15 provenientes de falecimentos de Caxias, e o restante, da região.
– Esperávamos, neste estágio do negócio, realizar nove cremações só em Caxias por mês. O resultado surpreende, mas ainda enfrentamos a barreira da cultura. No próximo ano, esperamos crescimento de volume de 50% em nível de Estado – diz.
O Rio Grande do Sul está na vanguarda da cremação. Dos 32 crematórios espalhados pelo país, quatro estão no Estado. Apenas Rio de Janeiro e São Paulo têm maior número. Segundo o presidente do Sincep (Sindicato dos Cemitérios Particulares do Brasil), Ercy Soares, a migração para o crematório obedece à tendência de ligação com a preservação ambiental, com cerimônias mais simples e com preços mais baixos.
Preocupação ambiental – O presidente do sindicato também diz que há uma crescente preocupação ambiental quando se aborda o destino dos mortos.
– As pessoas estão buscando cemitérios verdes, em que haja maior quantidade de árvores e respeito à natureza – avalia Soares.
A ambientalista Vânia Schneider também tem uma visão ecológica. Professora e pesquisadora do Instituto de Saneamento Ambiental da UCS, ela defende a observação até dos tecidos das vestimentas dos mortos para não gerar passivos ambientais. Segundo ela, os corpos sepultados nos cemitérios são potencialmente prejudiciais ao ambiente, em razão da própria natureza comportamental do ser humano e dos produtos químicos usados nos caixões, como tintas.
Quando o assunto é cremação, as roupas de tecido sintético tornam-se vilãs, assim como a maquiagem. Afinal, as fibras geram gases tóxicos no contato com o calor.
– Somos onívoros, comemos de tudo. Quando nosso corpo se decompõe, dependendo da localização do cemitério, muito do necrochorume (líquido malcheiroso resultante da decomposição orgânica por microrganismos) produzido vai para lençóis freáticos ou cursos d’água. Como há muitas mortes, isso tende a piorar. Os remédios que tomamos ao longo da vida, como os antibióticos, voltam à natureza e se tornam agentes contaminantes. Tudo isso deve ser discutido e cuidado – alerta.
A professora e ativista social Aracy Casagrande Sehbe esteve na vanguarda da cultura até mesmo diante de sua morte em 11 de julho.Reconhecida como uma mulher que deixou a herança de cuidar dos mais necessitados por conta de sua obra social e da sua personalidade solidária, aos 88 anos, o ritual obedeceu a desejo que ela acalentou 20 anos antes.
Foi sem explicação aparente, mas por força da vontade de quem construiu o Abrigo de Menores e trabalhou como ninguém para ampliar as dependências do Hospital Pompéia, que dona Aracy pediu aos filhos que seus restos mortais fossem cremados.
Foi consenso entre os nove filhos levar para o Memorial Crematório São José o ritual de despedida de uma mulher que costumava circular com o desprendimento pela alta sociedade e pela penitenciária para ajudar os presos. Um dos filhos, o executivo Antonio Casagrande Sehbe, conta que a cerimônia de despedida foi muito bonita.
Longe de pensar na cremação como um tabu religioso, a beleza dos cerca de 36 mil metros quadrados do Memorial São José, o ato regado à música e o clima mais otimista (muito em função de sua mãe ser um figura pública e ter tido uma morte natural) é mais uma celebração da vida do que uma despedida. E a lembrança? Como fica sem a visita periódica ao jazigo no cemitério?
– A cerimônia é muito linda. Saímos de lá de alma leve. Tivemos um momento de paz de espírito. A mãe foi sempre muito querida. Uma mulher solidária que veio de uma família muito pobre. Existe o culto tradicional da morte no cemitério. A cremação não muda muito. A mãe sempre foi uma pessoa muito católica. Diminui aquele impacto do sepultamento em cemitério em que a família deixa o corpo fechado numa caixa de alvenaria. A cerimônia de cremação dá uma paz de espírito para quem vai e para quem fica – conta. Outro desejo de dona Aracy também foi prontamente atendido. Suas cinzas foram dispersas na Praia da Guarita, em Torres, onde costumava veranear com a família. Antonio diz que, quando quiser visitar a mãe, irá visitar a Praia da Guarita. Aracy costumava pintar quadros de óleo sobre tela nas areias da praia, enquanto os filhos brincavam. Antonio e seus irmãos jamais vão esquecer.
As barreiras religiosas modernas dependem de cada padre. De uma comunidade religiosa para outra, a paróquia católica pode dispor de um sacerdote que oriente seus fiéis a cultivar a cultura da visita ao cemitério.
De qualquer modo, a cremação tornou-se um ritual ecumênico. Espíritas, católicos, batistas, espiritualistas ou evangélicos adotam a prática de forma crescente. O que variam são os rituais relacionados à crença religiosa.
No sábado, o sacerdote capuchinho frei Jaime Bettega, participou do painel Um Olhar Cristão sobre a Cremação. Segundo ele, a Igreja Católica não se opõe à prática.
– Há uma tentativa de marcar posição, de dizer que é importante ir ao cemitério para estabelecer vínculos com a família, com as pessoas queridas, mas não forçamos isso – conta.
O ritual de cremação é milenar. Surgiu ainda na Europa da Idade da Pedra. Servia para purificar a alma dos mortos. Mais tarde, na Idade Moderna, foi associado ao poder e fascínio que o fogo exercia sobre as diversas culturas. A partir dos anos 1970, passou a conferir caráter ecológico à prática e se disseminar pela Europa e Estados Unidos. Hoje, os norte-americanos praticam a cremação em 33% dos casos de óbito.
Segundo o diretor-executivo da L. Formolo, Valduino Formolo, cada religião tem uma forma de organizar o ritual. Legalmente, a cremação só pode começar 24 horas depois que duas autoridades assinam o atestado de óbito. A cremação propriamente dita dura em torno de três a quatro horas nos fornos. A família recebe uma urna com as cinzas do familiar cerca de dois a três dias depois do processo.
O encontro ocorreu neste final de semana em Caxias do Sul e abordou assuntos, como: agregando valor ao serviço funerário, aspectos legais, religiosos e ambientais sobre cremação, qualidade como diferencial competitivo e gestão de pessoas.
A primeira convenção sobre cremação do Estado reuniu em Caxias do Sul mais de 200 funerárias entre os dias 14 e 16 de novembro. O encontro NOVOS CAMINHOS – Cremação, a tendência de uma nova cultura, promovido pelo Grupo L.Formolo, contou com a participação de renomados palestrantes e abordou assuntos, como: agregando valor ao serviço funerário, aspectos legais, religiosos e ambientais sobre cremação, qualidade como diferencial competitivo e gestão de pessoas. “Nosso objetivo com esse evento foi proporcionar as empresas prestadoras de serviços funerários do Estado, uma oportunidade de relacionamento e aprendizado ímpar para o setor”, comentou Valduino Formolo, diretor executivo do Grupo L.Formolo.
Ponto unânime entre os palestrantes foi que a cada ano a procura pela cremação em todos continentes tem aumentado significativamente. “No Brasil, a região sul do País, principalmente em São Paulo, a procura tem crescido ano a ano. Atualmente, cerca de 3% dos serviços fúnebres prestados são de cremação”, afirma Ercy Soares, presidente do Sindicato dos Cemitérios Particulares do Brasil.
No cenário nacional, o Rio Grande do Sul é o terceiro estado com o maior número de crematórios do Brasil, sendo quatro no total. “Hoje, de 200 solicitações de serviços funerários por mês em Caxias, 15 optam pela cremação, e aproximadamente outras 30 cremações são realizadas, provenientes de outras cidades do estado”, comenta Valduino.
De acordo com Saro Mauro, presidente do Instituto Della Cremazione, na Itália esse dado já representa cerca de 70%. “Atingimos esse número depois de investirmos na profissionalização do segmento e realizarmos uma campanha publicitária especial para promover e sensibilizar as pessoas para a cremação. Para termos este retorno positivo demoramos 10 anos”.
O valor da cremação varia em cada crematório de R$ 2 mil até R$ 6 mil e é considerado baixo em relação ao custo do sepultamento. “Além disso, é uma atitude ecologicamente correta, pois polui menos. Hoje existem tecnologias modernas que limitam a emissão de gases e atendem padrões específicos de qualidade”, afirma Saro Mauro. Para evitar o impacto nas cidades, a tendência é a construção de cemitérios parques. “O objetivo é equilibrar os efeitos na natureza com a preservação de áreas verdes”, comenta Luiz Carlos Brum, presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Prestadores de Serviços Funerários do Rio Grande do Sul.
Como desafios para o avanço da cremação, foram destacados os seguintes pontos: investir em programas de capacitação dos colaboradores, integrar a rede e sensibilizar a população. “A procura pela cremação aumentou muito nos últimos anos, mas ainda pouco em relação ao potencial. Precisamos trabalhar fortemente na conscientização das famílias e na gestão estratégicas das funerárias”, concluí Valduino Formolo.
De 14 a 16 de novembro, em Caxias do Sul-RS, aconteceu a 1ª Convenção Estadual Novos Caminhos - Cremação, tendência de uma nova cultura, promovido e organizado pelo Grupo L. Formolo.
Durante 3 dias, diretores funerários de todo o Estado do Rio Grande do Sul estiveram reunidos, a convite do Grupo L. Formulo, para partipar de painéis a respeito da importância da cremação nos tempos atuais.
Profissionais de diversas áreas participaram dos painéis e contribuiram para a disseminação da cultura da cremação no país, entre eles sindicato dos diretores funerários do Estado do Rio Grande do Sul, sindicato dos cemitérios, profissional da área ambiental, entidade internacional que incentiva e desenvolve a cremação na Europa, entidade religiosa e para fechar os trabalhos uma palestra tratando o tema "Qualidade como diferencial competitivo", além da apresentação do modelo de trabalho do Grupo L. Formolo com relação às parcerias para o incentivo à cremação.
Foram momentos agradáveis, com ótima estrutura e organização, que privilegiou aos participantes com muitos momentos de integração e desenvolvimento.